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Protocolo crítico

Anafilaxia

Guia rápido de referência: como reconhecer uma anafilaxia durante um procedimento estético e o que fazer nos primeiros minutos.

Tempo crítico: Minutos

A anafilaxia progride em minutos. A adrenalina intramuscular precoce é a intervenção que muda o desfecho — não a atrase.

A anafilaxia é uma reação alérgica grave, de instalação rápida e potencialmente fatal. No consultório estético pode ser desencadeada por anestésicos locais, hialuronidase, antibióticos, látex ou outros insumos de uso cotidiano — mesmo em pacientes sem antecedentes alérgicos conhecidos.

O tratamento de primeira linha é um só: adrenalina intramuscular precoce. Este guia resume como reconhecê-la e os primeiros passos. O protocolo completo — com doses por peso, vias e tempos de repetição — está disponível grátis no app.

Sinais de alarme

  • Urticária, prurido ou vermelhidão generalizada de instalação rápida
  • Edema de face, lábios ou via aérea
  • Broncoespasmo: dificuldade respiratória, sibilos, aperto no peito
  • Hipotensão: tontura, palidez, perda de consciência iminente
  • Sintomas digestivos súbitos: náuseas, vômitos, dor abdominal

Primeiros passos

  1. 1

    Reconheça o quadro e suspenda o agente

    Diante de comprometimento de pele mais via aérea ou circulação, trate como anafilaxia. Pare a administração do possível desencadeante.

  2. 2

    Adrenalina intramuscular precoce

    Primeira linha, sem substituto: na face anterolateral da coxa (vasto lateral). O protocolo completo detalha a dose por peso e os critérios de repetição a cada 5–15 minutos.

  3. 3

    Acione sua equipe e o serviço de emergência

    Atribua papéis concretos: quem traz o kit de emergência, quem registra, quem liga.

  4. 4

    Oxigênio e posição

    Oxigênio em alto fluxo. Paciente em decúbito com pernas elevadas — ou sentado se predominar a dificuldade respiratória.

  5. 5

    Hidratação e coadjuvantes

    Soro fisiológico para a hipotensão. Anti-histamínicos e corticoides são coadjuvantes: nunca substituem a adrenalina.

  6. 6

    Observe e encaminhe após estabilizar

    Existe risco de reação bifásica. Mantenha o monitoramento e encaminhe para observação após a estabilização.

Este resumo é orientativo. O protocolo completo no app inclui doses por peso, vias, tempos de repetição e temporizadores — e é grátis.

Anti-histamínicos e corticoides não substituem a adrenalina.

O erro mais frequente é tratar a anafilaxia como uma alergia leve. Anti-histamínicos e corticoides não revertem o broncoespasmo nem a hipotensão: são apenas coadjuvantes. A adrenalina intramuscular precoce é a única intervenção de primeira linha, e atrasá-la piora o prognóstico.

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O protocolo completo no app inclui
  • Guia passo a passo com temporizadores para a repetição de adrenalina
  • Doses por peso, vias e referências de administração
  • Ativação da sua equipe por WhatsApp com papéis atribuídos
  • Documentação do caso com linha do tempo, pronta para respaldo
  • Flashcard de referência visual para o carrinho de emergência
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Perguntas frequentes

Qual é o tratamento de primeira linha da anafilaxia?

Adrenalina intramuscular precoce na face anterolateral da coxa (vasto lateral). Anti-histamínicos e corticoides são apenas coadjuvantes e não a substituem. A dose é calculada por peso e pode ser repetida a cada 5–15 minutos conforme a resposta.

Como reconheço uma anafilaxia durante um procedimento estético?

Instalação rápida (minutos) de urticária ou edema junto com comprometimento respiratório (broncoespasmo, edema de via aérea) ou circulatório (hipotensão, tontura, síncope). Diante de pele mais via aérea ou circulação comprometidas, trata-se como anafilaxia.

Quais insumos do consultório estético podem desencadear uma anafilaxia?

Anestésicos locais, hialuronidase, antibióticos, látex e outros insumos de uso cotidiano. Pode ocorrer mesmo em pacientes sem antecedentes alérgicos conhecidos — por isso o consultório precisa estar preparado antes de acontecer.

Aviso importante

Este conteúdo é material de apoio educativo e informativo destinado exclusivamente a profissionais de saúde habilitados. Não é um dispositivo médico, não oferece diagnósticos e não substitui a formação clínica, o julgamento profissional nem a normativa local.